4 dicas para facilitar a inclusão de pessoas com Autismo



Atualmente, 1 em cada 30 crianças e adolescentes é diagnosticada com TEA nos Estados Unidos. No Brasil, não existem dados concretos sobre o assunto

Atualmente, 1 a cada 30 crianças e adolescentes é diagnosticada com Autismo nos EUA, aponta estudo publicado na semana passada na Jama Pedriatrics. A prevalência anterior era de 1 a cada 34, segundo o CDC (Centro de Controle de Doenças e Prevenção do governo dos EUA). Infelizmente, no Brasil não há dados ou pesquisas atualizadas sobre o tema.


Para se ter uma ideia, o número de diagnósticos de pessoas com o TEA vem aumentando de maneira significativa ao longo dos últimos anos. Em 2004, era de 1 a cada 166 crianças; em 2012 esse número estava em 1 para 88; em 2018 foi para 1 a cada 59; em 2020 era de 1 a cada 44 e, agora, está em 1 a cada 30.


O autismo é uma síndrome que afeta vários aspectos da comunicação, além de influenciar também no comportamento do indivíduo. Um dos aspectos mais importantes para o tratamento está na inclusão dessas crianças na sociedade e, por esse motivo, separamos 4 dicas para facilitar a inclusão de crianças com TEA:


1) Descubra quais são os interesses e as preferências desse indivíduo. Ofereça um ambiente com objetos, atividades e assuntos de interesse dele. Assim, é provável que ela queira permanecer no ambiente.

2) Entenda quais são as suas dificuldades. Entender o que incomoda a pessoa, como sons e determinadas ações vai facilitar a interação e o convívio naquela situação, tornando o ambiente menos aversivo.

3) Busque informações a respeito da criança ou do adolescente com familiares e pessoas do seu convívio diário. Ter todas as informações sobre o que esse indivíduo gosta e o que evitar, vai facilitar esse processo de inclusão.

4) Ofereça apoio e segurança conforme a necessidade. Oferecer ajuda demais atrapalha, assim como não intervir em caso de necessidade. Motive essa pessoa a participar das atividades da maneira mais natural possível.


Fornecer informações relevantes para quem participar do processo de inclusão faz toda a diferença. É muito importante que todos os envolvidos no dia a dia dessa criança tenham o maior número de informações possíveis sobre ela. Assim, essa inclusão se tornará muito mais fácil e tranquila, evitando maiores traumas.


Sobre o Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE)

Fundado no ano de 2016 por Canrobert Krueger e Mariana de Carvalho, a clínica é referência no atendimento a pacientes com danos neurológicos. O CERNE possui equipe especializada em diversas áreas, como: Fisioterapia, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Neuromodulação e Terapia Ocupacional. O diferencial da clínica está nos métodos de tratamento avançados, como Theratogs, PediaSuit, Bobath, Integração Sensorial, Contensão Induzida, ABA, DENVER, além da chegada do primeiro tratamento através da Neuromodulação ao sul do país. Para mais informações, acesse o site www.clinicacerne.con.br ou as redes sociais Facebook https://www.facebook.com/cerneoficial e Instagram https://www.instagram.com/cerne.oficial/